Shrubby cinquefoil (Dasiphora fruticosa, (L.) Rydb. 1898)

Dasiphora fruticosa é um arbusto caducifólio muito resistente ao frio da família Rosaceae, nativo das regiões temperadas frias e subárticas do hemisfério Norte. O sinônimo Potentilla fruticosa continua muito usado na horticultura. Suas flores amarelas em taça, semelhantes às de ranúnculos, se abrem continuamente de junho a setembro no hemisfério Norte, sobre folhas finas com pelos sedosos prateados.

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Nome científicoDasiphora fruticosa
GêneroDasiphora
OrdemRosales

Shrubby cinquefoil e Tundra rose

Identidade
Toxicidade
Não tóxica para humanos e principais animais domésticos
Nível de cuidados
Baixo
Tipo de planta
Tipo de folhas
Caducifólia
Ciclo de vida
Perene
País de origem
FrançaSuíçaReino UnidoRússiaMongóliaChinaJapãoCanadáEstados Unidos
Habitat
Margens rochosas de rios montanhosos, turfeiras, prados úmidos subárticos e rochedos calcários de altitude
Sazonalidade
Época de floração
Verão
Crescimento
Dormência
Dormente no inverno
Velocidade de crescimento
5/10
Tempo de maturação
Porte adulto em 4 a 8 anos; primeira floração no segundo ou terceiro ano
Propagação
Estaquia, Semeadura
Clima e água
Temperatura
Rusticidade
Resistência ao vento
Boa, arbusto baixo e ramificado adaptado aos ventos de montanhas e estepes
Umidade
40–70 %
Rega
Muito baixa
Baixa
Moderada
Alta
Muito alta
Tolerância à seca
Sim
Solo
pH do solo
Tipos de solo
Solo bem drenado, Argila, silte ou areia
Solo salino
Não tolerado
Luz e localização
Exposição à luz

Sol pleno

Após aclimatação gradual, ofereça algumas horas de sol direto por dia, de preferência pela manhã ou no fim da tarde.

Sol pleno para floração abundante; tolera meia-sombra leve
Área externa
Canteiro a pleno sol, Sebe rural
Aparência
Altura20–150 cmLargura90–150 cm
Folhas
Verde
Flores
AmareloBrancoLaranjaRosaTamanho2–3 cm
Frutos
Marrom
Casca
MarromVermelho

Distribuição global

A distribuição natural de Dasiphora fruticosa é circumboreal. Abrange as regiões temperadas frias e subárticas do hemisfério Norte: montanhas da Europa, incluindo raras localidades dos Alpes, Pireneus e norte da Inglaterra, a Sibéria até a Mongólia, China e Japão, além do Canadá e norte dos Estados Unidos. Não se conhecem populações nativas no hemisfério Sul, onde a espécie se restringe aos jardins.

  • Nativo9
  • França
  • Suíça
  • Reino Unido
  • Rússia
  • Mongólia
  • China
  • Japão
  • Canadá
  • Estados Unidos

Hexágonos: regiões onde a planta ocorre. Pontos verdes: área nativa.1

Identidade

Dasiphora fruticosa (Dasiphora fruticosa (L.) Rydb.) é um arbusto caducifólio da família Rosaceae, do gênero Dasiphora. O botânico sueco-americano Per Axel Rydberg transferiu a espécie para esse gênero em 1898, a partir do basiônimo Potentilla fruticosa, descrito por Lineu em 1753. 1 2

Nos viveiros, a transferência para Dasiphora teve pouca adesão. Catálogos e etiquetas horticulturais continuam usando amplamente Potentilla fruticosa, de modo que os dois nomes aparecem lado a lado. A espécie também é associada à expressão chá das Curilas, ligada a um uso tradicional anterior à sua descrição botânica. 3 8

Reconhecimento

O arbusto de Dasiphora fruticosa é baixo, compacto e densamente ramificado, com 20 cm a 1,5 m de altura, conforme a variedade, e largura frequentemente próxima de 1 a 1,5 m. O porte varia de ereto e arredondado a espalhado, quase prostrado em alguns cultivares de jardim rochoso. 3 4

Cada folha composta pinada reúne 5 a 7 folíolos estreitos, às vezes 3 ou 9, com poucos milímetros a 2 cm de comprimento. Pelos finos, sedosos e prateados dão à folhagem uma tonalidade verde-acinzentada. As flores têm 2 a 3 cm de diâmetro, cinco pétalas e 15 a 25 estames, lembrando pequenos ranúnculos. Na forma silvestre, vão do amarelo-claro ao dourado intenso. Os frutos são pequenos aquênios pilosos, agrupados em uma estrutura seca que persiste após a floração. 5 4

Para reconhecer a espécie, observe a floração prolongada: no hemisfério Norte, começa em junho e continua até setembro, nos ramos do ano, em vez de madeira antiga. Poucos arbustos de montanha mantêm flores por tanto tempo. 5

Taxonomia útil

A espécie aceita por Plants of the World Online é Dasiphora fruticosa (L.) Rydb., da família Rosaceae. Seu basiônimo, Potentilla fruticosa L., foi publicado em 1753; a combinação atual remonta à publicação de Rydberg em 1898. 1 2

As sucessivas transferências entre Potentilla e Dasiphora produziram uma sinonímia extensa: Dasiphora fruticosa var. tenuifolia (Willd. ex Schltdl.) Rydb., Dasiphora fruticosa var. leucantha (Makino) Nakai, Dasiphora fruticosa subsp. floribunda (Pursh) Kartesz e variedades descritas por Popov ou Nakai. Permanecem aceitos dois táxons infraespecíficos: var. fruticosa, amplamente distribuída no hemisfério Norte temperado, e var. veitchii, restrita a Sichuan e Yunnan, na China. 1

Uma embalagem de sementes pode trazer Potentilla fruticosa ou Dasiphora fruticosa, assim como uma etiqueta de viveiro. Essa sobreposição de nomes não corresponde a diferenças entre as plantas. 8

Habitat e distribuição

A distribuição natural de Dasiphora fruticosa é circumboreal, nas regiões temperadas frias e subárticas do hemisfério Norte. Abrange a Sibéria até a Mongólia, China e Japão, Canadá e norte dos Estados Unidos, além de vários maciços montanhosos europeus. 5 8

Margens rochosas de cursos de água montanhosos, turfeiras, prados úmidos e rochedos calcários de altitude abrigam Dasiphora fruticosa. Na França, a espécie é rara e se limita a poucas localidades, sobretudo nos Pireneus, com proteção legal e classificação como vulnerável na lista vermelha nacional francesa. Uma população isolada também persiste há muito tempo no norte da Inglaterra. 7 8

Ao sul do equador, não se conhece população nativa. Fora da área natural, a planta ocorre apenas em cultivo ornamental, inclusive na Europa e na América do Norte temperada. 8

Ciclo e floração

Entre junho e setembro, no hemisfério Norte, o arbusto mantém uma floração incomumente longa para uma planta tão resistente ao frio. Cada flor dura poucos dias, mas novas flores se abrem continuamente nos ramos jovens, mantendo a exibição durante quase todo o verão. 5

Esse período prolongado fornece alimento aos polinizadores de climas frios: abelhas especializadas dos gêneros Andrena e Panurginus, sete espécies de mamangavas e numerosas borboletas. Poucos outros arbustos de montanha seguem floridos por tanto tempo na mesma época. 5

A propagação usa sobretudo estacas semilenhosas no verão, único método que garante a cor exata do cultivar. A semeadura também funciona, do outono à primavera, mas pode gerar descendentes com cores variadas, sem reproduzir fielmente a planta-mãe. 8

Usos e riscos

Mais de 130 cultivares foram selecionados para uso ornamental. As flores vão do amarelo ao branco, passando por laranja e rosa. No jardim, a espécie compõe cercas-vivas baixas e informais ou canteiros rochosos ensolarados; tolera bem o frio urbano e solos pobres. 3

As folhas secas entram no chamado chá das Curilas, infusão tradicional dos povos dos Urais e das ilhas Curilas, também usada como substituto do chá em grandes altitudes do Himalaia. A folhagem adstringente tem uso na medicina popular da China, Tibete e Mongólia. A casca seca e escamosa já serviu como isca para acender fogo por fricção. 8

Não há toxicidade documentada: a ASPCA classifica cinquefoil como não tóxico para gatos, cães e cavalos. No jardim, o principal risco é o oídio, favorecido por verões quentes e úmidos, sobretudo em locais pouco ventilados; as folhas passam a apresentar uma cobertura esbranquiçada. 6 4

Variedades, confusões e plantas próximas

Entre os cultivares premiados pela Royal Horticultural Society estão 'Abbotswood', de flores brancas grandes e folhas verde-azuladas; 'Goldfinger', amarelo-dourado intenso; 'Hopleys Orange', de uma das raras cores quentes do grupo; e 'Pink Beauty', cujas flores rosas tendem a esbranquiçar sob sol muito intenso no verão. 3

A confusão costuma envolver membros herbáceos de Potentilla, agrupados com este arbusto em nomes horticulturais, embora tenham outro porte:

  • Potentilla erecta, tormentila, perene herbácea rasteira, sem caule lenhoso;
  • Potentilla indica, morangueiro-da-índia, também herbáceo e estolonífero;
  • Dasiphora fruticosa var. veitchii, variedade chinesa aceita, maior que a forma típica.

A estrutura lenhosa que persiste de um ano para outro é o melhor critério de distinção. Ao contrário das potentilas herbáceas, Dasiphora fruticosa conserva uma armação de madeira visível no inverno, mesmo depois da queda das folhas. 1

Fontes principais

Perguntas frequentes

Dasiphora fruticosa e Potentilla fruticosa são a mesma planta?

Sim. Per Axel Rydberg transferiu a espécie de Potentilla para Dasiphora em 1898, mas a literatura horticultural ainda usa amplamente Potentilla fruticosa.

Dasiphora fruticosa é tóxica para gatos e cães?

Não. A ASPCA classifica cinquefoil, incluindo Potentilla fruticosa, como não tóxico para gatos, cães e cavalos.

De onde vem a expressão chá das Curilas?

Ela se refere ao uso tradicional das folhas secas em infusão pelos povos dos Urais e das ilhas Curilas, também documentado no Himalaia como substituto do chá em grandes altitudes.

Quando e como podar Dasiphora fruticosa?

No fim do inverno, corte cerca de um terço dos ramos mais velhos rente ao solo. Essa poda de rejuvenescimento mantém o porte denso e estimula a floração do verão seguinte.

Por que a espécie é rara e protegida na França?

As populações francesas se limitam a poucas localidades montanhosas, sobretudo nos Pireneus, o que explica sua proteção e classificação como vulnerável na lista vermelha nacional francesa.

Quanto tempo dura a floração?

Conforme o clima, a floração é contínua de junho a setembro no hemisfério Norte, uma duração incomum para um arbusto tão resistente ao frio.

Qual exposição e solo são mais adequados?

O sol pleno favorece uma floração densa. O solo pode ser argiloso, arenoso ou calcário, desde que tenha boa drenagem e não acumule água no inverno.

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Se tiver dúvidas sobre a toxicidade de uma planta, consulte um botânico ou veterinário.