Shrubby cinquefoil (Dasiphora fruticosa, )
Dasiphora fruticosa é um arbusto caducifólio muito resistente ao frio da família Rosaceae, nativo das regiões temperadas frias e subárticas do hemisfério Norte. O sinônimo Potentilla fruticosa continua muito usado na horticultura. Suas flores amarelas em taça, semelhantes às de ranúnculos, se abrem continuamente de junho a setembro no hemisfério Norte, sobre folhas finas com pelos sedosos prateados.
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Após aclimatação gradual, ofereça algumas horas de sol direto por dia, de preferência pela manhã ou no fim da tarde.
Sol pleno para floração abundante; tolera meia-sombra leve





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Distribuição global
A distribuição natural de Dasiphora fruticosa é circumboreal. Abrange as regiões temperadas frias e subárticas do hemisfério Norte: montanhas da Europa, incluindo raras localidades dos Alpes, Pireneus e norte da Inglaterra, a Sibéria até a Mongólia, China e Japão, além do Canadá e norte dos Estados Unidos. Não se conhecem populações nativas no hemisfério Sul, onde a espécie se restringe aos jardins.
- Nativo9
- França
- Suíça
- Reino Unido
- Rússia
- Mongólia
- China
- Japão
- Canadá
- Estados Unidos
Hexágonos: regiões onde a planta ocorre. Pontos verdes: área nativa.1
Identidade
Dasiphora fruticosa (Dasiphora fruticosa (L.) Rydb.) é um arbusto caducifólio da família Rosaceae, do gênero Dasiphora. O botânico sueco-americano Per Axel Rydberg transferiu a espécie para esse gênero em 1898, a partir do basiônimo Potentilla fruticosa, descrito por Lineu em 1753. 1 2
Nos viveiros, a transferência para Dasiphora teve pouca adesão. Catálogos e etiquetas horticulturais continuam usando amplamente Potentilla fruticosa, de modo que os dois nomes aparecem lado a lado. A espécie também é associada à expressão chá das Curilas, ligada a um uso tradicional anterior à sua descrição botânica. 3 8
Reconhecimento
O arbusto de Dasiphora fruticosa é baixo, compacto e densamente ramificado, com 20 cm a 1,5 m de altura, conforme a variedade, e largura frequentemente próxima de 1 a 1,5 m. O porte varia de ereto e arredondado a espalhado, quase prostrado em alguns cultivares de jardim rochoso. 3 4
Cada folha composta pinada reúne 5 a 7 folíolos estreitos, às vezes 3 ou 9, com poucos milímetros a 2 cm de comprimento. Pelos finos, sedosos e prateados dão à folhagem uma tonalidade verde-acinzentada. As flores têm 2 a 3 cm de diâmetro, cinco pétalas e 15 a 25 estames, lembrando pequenos ranúnculos. Na forma silvestre, vão do amarelo-claro ao dourado intenso. Os frutos são pequenos aquênios pilosos, agrupados em uma estrutura seca que persiste após a floração. 5 4
Para reconhecer a espécie, observe a floração prolongada: no hemisfério Norte, começa em junho e continua até setembro, nos ramos do ano, em vez de madeira antiga. Poucos arbustos de montanha mantêm flores por tanto tempo. 5
Taxonomia útil
A espécie aceita por Plants of the World Online é Dasiphora fruticosa (L.) Rydb., da família Rosaceae. Seu basiônimo, Potentilla fruticosa L., foi publicado em 1753; a combinação atual remonta à publicação de Rydberg em 1898. 1 2
As sucessivas transferências entre Potentilla e Dasiphora produziram uma sinonímia extensa: Dasiphora fruticosa var. tenuifolia (Willd. ex Schltdl.) Rydb., Dasiphora fruticosa var. leucantha (Makino) Nakai, Dasiphora fruticosa subsp. floribunda (Pursh) Kartesz e variedades descritas por Popov ou Nakai. Permanecem aceitos dois táxons infraespecíficos: var. fruticosa, amplamente distribuída no hemisfério Norte temperado, e var. veitchii, restrita a Sichuan e Yunnan, na China. 1
Uma embalagem de sementes pode trazer Potentilla fruticosa ou Dasiphora fruticosa, assim como uma etiqueta de viveiro. Essa sobreposição de nomes não corresponde a diferenças entre as plantas. 8
Habitat e distribuição
A distribuição natural de Dasiphora fruticosa é circumboreal, nas regiões temperadas frias e subárticas do hemisfério Norte. Abrange a Sibéria até a Mongólia, China e Japão, Canadá e norte dos Estados Unidos, além de vários maciços montanhosos europeus. 5 8
Margens rochosas de cursos de água montanhosos, turfeiras, prados úmidos e rochedos calcários de altitude abrigam Dasiphora fruticosa. Na França, a espécie é rara e se limita a poucas localidades, sobretudo nos Pireneus, com proteção legal e classificação como vulnerável na lista vermelha nacional francesa. Uma população isolada também persiste há muito tempo no norte da Inglaterra. 7 8
Ao sul do equador, não se conhece população nativa. Fora da área natural, a planta ocorre apenas em cultivo ornamental, inclusive na Europa e na América do Norte temperada. 8
Ciclo e floração
Entre junho e setembro, no hemisfério Norte, o arbusto mantém uma floração incomumente longa para uma planta tão resistente ao frio. Cada flor dura poucos dias, mas novas flores se abrem continuamente nos ramos jovens, mantendo a exibição durante quase todo o verão. 5
Esse período prolongado fornece alimento aos polinizadores de climas frios: abelhas especializadas dos gêneros Andrena e Panurginus, sete espécies de mamangavas e numerosas borboletas. Poucos outros arbustos de montanha seguem floridos por tanto tempo na mesma época. 5
A propagação usa sobretudo estacas semilenhosas no verão, único método que garante a cor exata do cultivar. A semeadura também funciona, do outono à primavera, mas pode gerar descendentes com cores variadas, sem reproduzir fielmente a planta-mãe. 8
Usos e riscos
Mais de 130 cultivares foram selecionados para uso ornamental. As flores vão do amarelo ao branco, passando por laranja e rosa. No jardim, a espécie compõe cercas-vivas baixas e informais ou canteiros rochosos ensolarados; tolera bem o frio urbano e solos pobres. 3
As folhas secas entram no chamado chá das Curilas, infusão tradicional dos povos dos Urais e das ilhas Curilas, também usada como substituto do chá em grandes altitudes do Himalaia. A folhagem adstringente tem uso na medicina popular da China, Tibete e Mongólia. A casca seca e escamosa já serviu como isca para acender fogo por fricção. 8
Não há toxicidade documentada: a ASPCA classifica cinquefoil como não tóxico para gatos, cães e cavalos. No jardim, o principal risco é o oídio, favorecido por verões quentes e úmidos, sobretudo em locais pouco ventilados; as folhas passam a apresentar uma cobertura esbranquiçada. 6 4
Variedades, confusões e plantas próximas
Entre os cultivares premiados pela Royal Horticultural Society estão 'Abbotswood', de flores brancas grandes e folhas verde-azuladas; 'Goldfinger', amarelo-dourado intenso; 'Hopleys Orange', de uma das raras cores quentes do grupo; e 'Pink Beauty', cujas flores rosas tendem a esbranquiçar sob sol muito intenso no verão. 3
A confusão costuma envolver membros herbáceos de Potentilla, agrupados com este arbusto em nomes horticulturais, embora tenham outro porte:
- Potentilla erecta, tormentila, perene herbácea rasteira, sem caule lenhoso;
- Potentilla indica, morangueiro-da-índia, também herbáceo e estolonífero;
- Dasiphora fruticosa var. veitchii, variedade chinesa aceita, maior que a forma típica.
A estrutura lenhosa que persiste de um ano para outro é o melhor critério de distinção. Ao contrário das potentilas herbáceas, Dasiphora fruticosa conserva uma armação de madeira visível no inverno, mesmo depois da queda das folhas. 1
Fontes principais
- Plants of the World Online / Kew, Dasiphora fruticosa (L.) Rydb. — referência botânica
- International Plant Names Index, Dasiphora fruticosa — referência botânica
- Royal Horticultural Society, Potentilla fruticosa — arbusto ornamental — referência botânica
- Missouri Botanical Garden Plant Finder, Potentilla fruticosa — referência botânica
- NC State Extension Gardener Plant Toolbox, Dasiphora fruticosa — referência botânica
- ASPCA, Cinquefoil (Potentilla) — ficha de toxicidade — referência botânica
- INPN / MNHN, Dasiphora fruticosa (L.) Rydb., 1898 — referência botânica
- Plants for a Future, Potentilla fruticosa — referência botânica
Perguntas frequentes
Dasiphora fruticosa e Potentilla fruticosa são a mesma planta?
Sim. Per Axel Rydberg transferiu a espécie de Potentilla para Dasiphora em 1898, mas a literatura horticultural ainda usa amplamente Potentilla fruticosa.
Dasiphora fruticosa é tóxica para gatos e cães?
Não. A ASPCA classifica cinquefoil, incluindo Potentilla fruticosa, como não tóxico para gatos, cães e cavalos.
De onde vem a expressão chá das Curilas?
Ela se refere ao uso tradicional das folhas secas em infusão pelos povos dos Urais e das ilhas Curilas, também documentado no Himalaia como substituto do chá em grandes altitudes.
Quando e como podar Dasiphora fruticosa?
No fim do inverno, corte cerca de um terço dos ramos mais velhos rente ao solo. Essa poda de rejuvenescimento mantém o porte denso e estimula a floração do verão seguinte.
Por que a espécie é rara e protegida na França?
As populações francesas se limitam a poucas localidades montanhosas, sobretudo nos Pireneus, o que explica sua proteção e classificação como vulnerável na lista vermelha nacional francesa.
Quanto tempo dura a floração?
Conforme o clima, a floração é contínua de junho a setembro no hemisfério Norte, uma duração incomum para um arbusto tão resistente ao frio.
Qual exposição e solo são mais adequados?
O sol pleno favorece uma floração densa. O solo pode ser argiloso, arenoso ou calcário, desde que tenha boa drenagem e não acumule água no inverno.
Plantas semelhantes
Se tiver dúvidas sobre a toxicidade de uma planta, consulte um botânico ou veterinário.






